domingo, 14 de dezembro de 2014

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O MÉDICO ITINERANTE NA CASSEMS

Beneficiários que compareceram a sede administrativa 
da CASSEMS no dia 13 de dezembro de 2014
.
Quero de público tecer algumas considerações sobre a iniciativa da Caixa de Assistência ao Servidor Público de Mato Grosso do Sul  (CASSEMS ), qual seja, a de ter instituído o médico itinerante, uma alternativa para administrar a falta de alguns tipos de especialistas em cidades do interior, dentre elas, Dourados, no quadro de credenciados da CASSEMS.
É uma bela inteligente iniciativa, todavia, carece de alguns aperfeiçoamentos. Tomo a liberdade de apresentar as minhas sugestões:
a)    que a CASSEMS quando do deslocamento destes médicos, ao agendar a ida dos usuários para as consultas, deve procurar fazê-la não convidando, todos sem exceção, a chegarem no mesmo horário, condicionando o atendimento por ordem de chegada. Deve, a meu ver, proceder da seguinte forma: calcula-se o tempo médio gasto para cada consulta. Vamos supor que seja de 15 minutos. Assim sendo, se o médico itinerante começa a atender às 15:00 horas, o primeiro usuário contactado será convidado a comparecer às 15:00 horas; já o segundo às 15;15h e assim sucessivamente;

b)    outra sugestão, tendo em vista que a administração da CASSEMS faz o agendamento prévio das consultas, necessário se faz uma triagem visando identificar as pessoas com idade igual ou superior a 60 anos; tal procedimento deve ser adotado para com os portadores de necessidades especiais, gestantes, etc, caso a administração da CASSEMS tenha conhecimento de ser esta a condição do mesmo no ato do agendamento da consulta. Esta triagem se faz necessária para colocá-los como os primeiros a serem consultados;
Estou fazendo esta observação porque tive o desprazer de, neste sábado (15/12/14),  comparecer a sede administrativa e ambulatório da CASSEMS em Dourados, com o meu filho, o qual havia marcado uma consulta com o neurologista itinerante que veio especialmente de Campo Grande. Meu filho foi convidado para comparecer as 15;00 horas, sendo que ele chegou pontualmente neste horário, porém, como o atendimento estava condicionado por ordem de chegada, ele somente foi atendido às 17:45hs. 
Penso que a administração da CASSEMS, acatando as sugestões que fiz acima, humaniza o atendimento e confere maior qualidade ao atendimento aos seus associados. Tais providências ajudarão a elevar o conceito da nossa gloriosa CASSEMS, demonstrará respeito e grande apreço de seus dirigentes para o com os seus associados.
Quero informá-los que provocarei discussões sobre esta questão junto ao sindicato da categoria da qual faço parte, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Dourados (SIMTED), e conclamo aos demais associados a CASSEMS, pertencentes a outras categorias a fazerem o mesmo junto aos seus respectivos sindicatos.

Professor Enio Ribeiro de Oliveira, Escola Estadual Mendora Fialho de Figueiredo e associada da CASSEMS.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Projeto Tereré, Ano de 2014


Eu, a Maria do Carmo e a Diretora Estela (22/11/2014), Coordenadores do Projeto Tereré,
  durante visita ao Parque Ecológico e Histórico de Cerro Corá



Aqui foi o primeiro túmulo do Marechal Solono Lopez,
aliás o local exato era um segredo, tendo em vista que uma vez sendo descoberto
os comandantes do exército brasileiro trariam partes do seu corpo para ser
exibido como troféu.

Estas duas professoras no curso de agronomia, Maranhão, 
nos acompanharam a esta viagem de estudo


Alunos dos 1º Anos do Ensino Médio, 
assistindo uma exposição do Sociólogo e
 Diretor do Departamento Cultural da Colônia Paraguaia em Dourados,
 Elizeu Cristaldo,
Câmara Municipal de Dourados

Professores que participaram da visita de estudo ao
 Parque Ecológico e Histórico de Cerro Corá

Alunos que se fizeram presentes a visita de estudos 
em Cerro Corá (PY), 
como parte das ações do Projeto Tereré, ano de 2014, Escola Menodora.
Eu, na abertura da palestra realizada pelo Sociólogo Elizeu Cristaldo

O Sociólogo,
 Diretor do Departamento Cultural da Colônia Paraguaia em Dourados, 
Elizeu Cristaldo,
 proferindo palestra relacionada a forma como os paraguaios tomam o tereré. desde a temperatura da água, 
bem como as ervas medicinais que são adicionadas 
e que servem para o tratamento de diversas enfermidades.


Professor Marlon,
Monumento sito em frente ao Museu da Erva Mate em Ponta Porã. 
Réplica do Peão dos Ervais,
 Museu da Erva da Fábrica de Erva Mate Santo Antônio,
, Ponta Porã.

Luis Ozório, poeta, escritor, músico, membro da Academia 
Douradense de Letras, esteve no dia 04/08/2014,
na Escola Mendora, falando sobre a erva mate nos aspectos
econômico e cultural. Na oportunidade ele tocou violão, cantou,
tocou o berrante e declamou poemas, sendo muito aplaudido 
e deu muito brilho a abertura do Projeto Tereré.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

POR UMA PRÁTICA SINDICALISTA CLASSISTA

*Enio Ribeiro de Oliveira

No dia 03 de novembro elegeremos a nova direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Dourados (SIMTED). A chapa 01 (Compromisso e Luta) tem como candidata a professora Jane Gleice, e, na qual eu estou concorrendo  para ocupar a pasta de formação sindical.
Por conta disso, neste artigo, farei uma reflexão a respeito do que está em jogo nestas eleições, bem como sobre o trabalho que deve ser realizada pela pasta de formação sindical.
Primeiramente quero dizer que estão inscritas três chapas, porém, as chapas 02 e 03, tem concepções diferentes sobre como conduzir o SIMTED. Neste artigo refletirei sobre a concepção de sindicalismo sustentada pela  chapa 01.
Partimos do pressuposto de que sindicato deve ser independente em relação ao empregador, no nosso caso, a prefeitura e ao governo do Estado. A ação sindical deve partir do entendimento de que as nossas conquistas sindicais só ocorrerão mais intensamente se tivermos clareza de que estamos numa luta de classes, onde as administrações públicas (municipal,estadual e federal), embora, eleitas pelo povo, são reféns do estado burguês. Isto implica compreender que os governantes, normalmente, só atendem as nossas reivindicações quando submetidos a grandes pressões e fortes mobilizações dos trabalhadores em educação.
Os dirigentes para terem os trabalhadores bem mobilizados e dispostos a entrarem resolutos na luta, precisam conduzir o SIMTED fazendo a disputa permanente de rumos, de orçamento, de aprofundamento da democracia participativa nos aspectos políticos e econômicos. Esta é a única forma de assegurar que os educadores visualizem os limites, possibilidades e desafios colocados para atingirem os objetivos desejados.
Aqui a reside a nossa maior divergência com as outras duas chapas e com a própria direção atual da FETEMS, pelo fato destas superestimarem o poder de negociações  de cúpula, isto é, entre as direções e comissões de negociação indicadas pelo sindicato para negociarem  junto aos governos do município ou do  estado. Estão a meu ver, equivocados por passarem a mensagem de que os trabalhadores em educação terão suas  conquistas obtidas como resultado  da ação de dirigentes e comissões habilidosos em negociar junto aos governos municipal e estadual, cabendo aos educadores, quase sempre, apenas trabalharem nas escolas, não sendo necessárias paralisações, passeatas, greves, etc, o que é o sonho de todos os educadores, porém, numa sociedade de classes, as conquistas resultam da capacidade de luta de cada classe social. Eu disse classe social e não apenas dos dirigentes.
Nós da chapa 01, entendemos que as negociações envolvendo tão somente a cúpula sindical – dirigentes e comissões - e os governantes - devem ocorrer, porém, sob intensa mobilização da categoria seja na forma de debates, mobilizações, greves, etc., tendo em vista que às políticas e os recursos públicos são disputados pelos diferentes atores sociais (empresários, trabalhadores, comerciantes,etc). Logo àqueles atores sociais que tiverem maior poder de pressão levam a melhor.
O que estou a dizer é que os dirigentes sindicais precisam exercer os seus respectivos mandatos educando os educadores que as melhoras que buscamos nos aspectos salariais,  condições de trabalho e qualidade na educação, as obteremos somente através de lutas e mobilizações que envolvam toda a categoria e não apenas através das articulações e da capacidade negociação de nossos dirigentes.
Outro aspecto importante é qualificarmos a forma como fazemos a disputa de recursos financeiros. Sou da opinião de que precisamos contratar uma assessoria de tributaristas no sindicato que possa nos subsidiar nas negociações junto aos governantes, os quais apresentam números maquiados como estratégia para justificarem o não pagamento de melhores salários, oferecimento de melhores condições de trabalho e dotar as escolas da necessária infra-estrutura e assim viabilizarem um ensino de melhor qualidade.
Formação Sindical
Com relação a pasta de formação sindical eu penso que precisamos ser ousados e tentar desenvolver uma ação unificada com os demais sindicatos existentes em Dourados e região, a qual,  passa pela realização de reuniões, debates, fóruns, produção de documentos, publicação de artigos na imprensa, etc.,contemplando as bandeiras de lutas comuns a todos os sindicatos: saúde, educação, moradia, transporte, abastecimento popular, economia solidária.
Porque defendo esta ação? Por que toda vez que existem eventos realizados pelas Prefeituras, Governos Estadual e Federal e instituições (universidades, escolas, igrejas,etc) na forma de fóruns, conferências, seminários, audiências públicas, congressos, etc., os sindicatos não apresentam uma proposta consolidada do movimento sindical. Normalmente o que ocorre, no desespero ou no desejo de salvar a imagem do movimento sindical é um dirigente de forma voluntarista apresentar propostas que mesmo sendo boas, não se viabilizam, exatamente por não terem sido construídas e consolidadas pelos sindicatos.
 Entendo que o movimento sindical de Dourados e região deve permanentemente desenvolver debates, discussões, encontros, congressos e formular políticas públicas (reivindicações e sugestões).
Convicto de que este é o rumo, uma vez eleita a nossa chapa, o meu compromisso como responsável pela formação sindical é promover diversos encontros intersindicais, constituir coletivos de duração intersindicais e permanente da saúde, educação, transporte, habitação, economia solidária, meio ambiente, etc, que possam permanentemente estarem formulandoe atualizando as nossas propostas  junto ao poder público, as empresas e a sociedade .
Me empenharei a frente desta pasta para que estas discussões sejam estimuladas na imprensa e nas redes sociais na forma de artigos, mensagens e comentários; realização de debates e divulgação das propostas já consolidadas pelo movimento sindical junto às escolas, movimentos estudantil e sindical ,etc. Assim as consolidaremos junto à sociedade e teremos a força política necessária para forçar os governantes incorporá-las nos seus planos e ações de governo.
Concomitantemente teremos uma prática sindical em que o sindicato vai além da luta corporativista que é a defesa somente dos interesses dos trabalhadores em educação. Precisamos ser capazes de ao mesmo que lutamos por objetivos específicos dos educadores, contribuirmos  para avanços e conquistas para toda a classe trabalhadora e a sociedade.
*Professor de geografia da rede estadual de educação, Escola Menodora, candidato pela chapa 01 para a pasta de Formação Sindical.







terça-feira, 17 de setembro de 2013

Artigo: Um pouco de história da erva mate


A exploração econômica da erva mate no sul do Estado de Mato Grosso – atual Estado de Mato Grosso do Sul - na década de 1850, teve início com a abertura da navegação brasileira na região da Bacia Platina,na qual existia uma imensa área de vegetação de erva mate nativa. Com a navegação em território brasileiro implantada, o acesso, ao principal mercador consumidor, a Argentina, ficou facilitado.

A exploração da erva mate, embora tenha se iniciado neste década, somente em 1890, tornou-se um empreendimento lucrativo, com a criação da Cia Mate Laranjeira, Esta empresa mobilizou milhares de mineiros ( peões dos ervais) para trabalharem nos ervais, constituído por indígenas ou paraguaios, sendo os paraguaios o maior contingente..

A criação da Cia Mate Laranjeira está relacionada com o empresário Tomás de Laranjeira, o qual durante a Guerra da Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai), todos unidos contra o Paraguai (1864/1870), abastecia com mantimentos às tropas brasileiras. O Estado Brasileiro acumulou uma pesada dívida junto a este empresário.

Não podendo pagá-la, o Imperador, D. Pedro II,em 1882, concedeu 5.000.000 (cinco milhões) de hectares de terras, a Tomás de Laranjeira, aliás a maior concessão feita a um grupo privado, na história do País.

A erva mate atingiu o seu auge na década de 1930. A partir desta década começa o seu declínio, por duas razões, a saber:

a) a Argentina tornou-se autossuficiente na produção deste produto;

b).a criação da Colônia Agrícola Nacional de Dourados (CAND), segundo alguns historiadores, uma estratégia pensada pelo então, Presidente da República, Getúlio Vargas, para quebrar o monopólio e reduzir o poder político e econômico da Cia Mate Laranjeira.

Erva Mate em Dourados

Em Dourados, em meados da década de 1930, muitos produtores passaram a fazer a exploração econômica da erva mate de forma independente, isto é, não subordinados à Cia Mate Laranjeira. O Sr. Francisco de Matos, por exemplo ,plantou ao final desta década, 2.000 pés de erva mate, no Chacorru, (Vila Serrito), nas imediações do Aeroporto Municipal e construiu um barbaquá para o preparo da erva mate. No Chacorru ainda é possível encontrar alguns pés de erva mate remanescentes deste período.

Até das décadas de 1950 e de 1960, a erva mate tinha grande importância na economia do Município, sendo denominada por isso mesmo, de o “Ouro Verde”. Não por acaso, o bairro Jardim Ouro Verde, neste período, ocupado por extensas plantações de erva mate recebeu este nome; o Cine Ouro Verde, cujos proprietários eram produtores de erva mate e que grandes lucros obtiveram com a exploração da erva mate, em sinal de gratidão, deram àquela Casa esta denominação.

Diante da importância econômica e do que a erva mate, o tereré e o chimarrão significam também para a identidade cultural do Estado de Mato Grosso do Sul, é que os alunos dos 2º ano A, Ensino Médio, coordenados pelos professores Enio Ribeiro e Maria do Carmo, estão realizando nesta semana, discussões, debates, atividades culturais sobre estes três produtos.

* Enio Ribeiro, professor de Geografia, na rede estadual de ensino.
Artigo publicado no jornal douradosinforma em 17/09/13


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Área de influência da Cia Mate Laranjeira

No momento que a Escola Menodora está realizando a Primeira  Festa do Tereré, bem como a reflexão sobre o ciclo da erva mate em Mato Grosso do Sul, a  publicação deste mapa ilustra muito bem o poder político e econômico desta empresa no século passado.
09/09/2013 07h06 -

Escola Menodora realiza a 1ª Festa e a 1ª Caminhada do Tereré

 Artigo publicado no Jornal Virtual Douradosnews

Alunos do 2º Ano A, do ensino médio, período matutino, da Escola Menodora Fialho de Figueiredo, estão responsáveis pela organização e a realização da 1ª Festa e 1ª Caminhada do Tereré, sob a coordenação do Professor Enio Ribeiro de Oliveira e da Coordenadora Maria do Carmo. O evento será realizado no dia 19 de Setembro, no período da manhã.

Para o evento estão previstas as seguintes ações:

Caminhada saindo da Escola Menodora das 7;30 horas às 8:30h da manhã, percorrendo a Avenida Weimar Gonçalves Torres até a rua Toshinobu Katayama, deslocando desta até a Avenida Marcelino Pires e destá até à Câmara Municipal;
Na Câmara Municipal estão previstas as seguintes ações: palestras, exibição de vídeos, apresentações musicais, teatrais e declamação de poemas, bem como exposição de trabalhos (cartazes, faixas, utensílios utilizados para tomar o tereré e o chimarrão e de várias marcas de erva mate, que são comercializadas nos supermercados, conveniências, mercearias e representantes de fabricantes deste produto.

Justificativa:

Tendo em vista ser o tereré, uma bebida muito apreciada e popularizada na cidade de Dourados, os organizadores da 1ª Caminhada e 1ª Festa do Tereré da Escola Menodora, avaliam que a realização do evento contribuirá para uma valorização ainda maior desta bebida e de sua história, afinal de contas, a erva mate é um produto que em meados do século passado, quando Mato Grosso do Sul ainda fazia parte do Estado Mato Grosso, constituiu-se em um dos pilares da economia desta região.

Avaliam ainda que a realização do mesmo contribuirá para que a população, e de forma muito especial aos pais, alunos e profissionais da educação da Escola Menodora, possam dimensionar melhor, o quanto o tereré e a erva mate, deram visibilidade ao Município de Dourados e ao Estado de Mato Grosso do Sul.

domingo, 8 de setembro de 2013


(19/09/2013)

           Justificativa:
          Tendo em vista ser o tereré,  bebida muito apreciada e popularizada na cidade de Dourados, nós, os organizadores da 1ª Caminhada e Festa do Tereré da Escola Menodora, pensamos que a realização deste evento contribuirá para uma valorização maior de sua história. Afinal de contas, a erva mate é um produto que em meados do século passado, quando Mato Grosso do Sul ainda fazia parte do Mato Grosso, constituiu-se em um dos pilares da economia desta região.
Este evento que tem previstas várias ações – pesquisas, produção de artigos, documentários audiovisuais, poemas, etc., envolvendo alunos, professores, artistas e a sociedade douradense de maneira geral -, possibilitará à comunidade escolar saber mais sobre o tereré (sua origem, como tomá-lo, benefícios que traz para a saúde, importância econômica e o seu significado no imaginário popular), bem como da  erva mate..

Objetivos:
- que este evento venha fazer parte do calendário anual das atividades culturais da Escola Menodora.
- que a população saiba mais sobre a história da erva mate e do tereré;
 - que a população reflita profundamente sobre o papel desempenhado pelo tereré para a convivência mais harmoniosa das famílias e dos jovens douradenses, no encaminhamento e resolução de seus problemas comuns;
- que a população possa avaliar, o quanto o tereré e a erva mate, deram  visibilidade ao Município de Dourados e ao Estado de Mato Grosso do Sul.

Público Alvo:
Direto: comunidade escolar da Escola Menodora;
Indireto: alunos de outras escolas, escritores, autoridades políticas, religiosas, comunitárias, etc e a população douradense de maneira geral;
Cronograma:
Agosto
     Setembro
última semana
primeira semana
- Discussão e aprovação com os professores, coordenadores e direção da Escola Menodora do formato a ser adotado para a realização do evento.;
- Buscar parceiros e  patrocinadores;
- Selecionar livros, poemas, vídeos e obras relacionadas ao ciclo da erva mate e a origem do hábito de tomar o tereré.
- confecção de camisetas,adesivos, etc.
- Abertura das inscrições de trabalhos (vídeos, encenações teatrais, músicas, danças, etc)  produzidos pelos alunos e demais membros da comunidade escolar ;

exposição dos trabalhos produzidos pela comunidade escolar (vídeos, poemas, canções, etc.), em murais existentes no pátio da escola;
- 16 e 17/09: exposição no pátio da Escola dos trabalhos produzidos;
- 19/09. Realização da Caminhada e apresentação de dos trabalhos e atividades culturais na Câmara Municipal de Dourados

Sobre a inscrição: as pessoas que se inscreverem para apresentações culturais, trabalhos, utensílios utilizados para o consumo do tereré, receberão uma camiseta do evento. A inscrição será feita na Escola Menodora, dás 7;00h até às 11:20 com os alunos do 2º A  O Valor da inscrição é de R$  15,00

Valores da Premiação: Cuia mais original:
                     Caminhante mais antigo:
                     Caminhante mais jovem:
                     Bomba de tereré mais criativa ou original:;
            
Observação: os valores dos prêmios estão para serem decididos ainda.


PROGRAMAÇÃO:
- 16  de Agosto: divulgação do evento à todas as turmas da escola (períodos matutino, vespertino e noturno);
- 19/08 à 10/09: inscrição de pessoas ou grupos que queiram apresentar algum tipo de trabalho (vídeo, canção, dança, paródia, poema, desenho, charge, teatro);
-16  a 18/09: apresentação dos trabalhos inscritos, palestras, documentários,etc. produzidos pelos  alunos da escola;
- exposição de cartazes, stands, frases, etc., no pátio da escola;
19/09:
- 7:30 h: início da caminhada, saindo da Escola  Menodora ;
- 8;30 h: abertura das atividades previstas para serem realizadas na Câmara Municipal de Dourados:
Sobre as inscrições:
- Poderão ser inscritos trabalhos produzidos por  membros da comunidade escolar e da sociedade em geral, desde que estejam relacionados ao tereré ou à erva mate;
- a inscrição destes trabalhos será feita mediante o pagamento de R$ 15,00, com direito a uma camiseta do evento;

Pontuação a ser dada aos alunos:
Pontuação (notas) para os alunos que participarem com atividades relativas a 1ª Festa e Caminhada do Tereré, nas disciplinas de Geografia e Sociologia (Professor Enio):
a)       participação na caminhada e no evento na Câmara Municipal (1,0);
b)       Interpretação musical (3,0 pontos);
c)       Interpretação e composição musical e de paródias (5,0 pontos);
d)       Produção de cartuns, charges e desenhos (até 5,0 pontos);
e)       Encenações teatrais (até 5,0 pontos);
f)        Confeçção de cartazes e criação de frases (2,0 pontos);
g)       Declamação de Poemass (até 3,0 pontos);
h)       Declamação e composição de poemas (5,0 pontos);
i)         Produção de artigos jornalísticos (até 5,0 pontos);
j)         Resenhas (5,0 pontos);

Execução e Organização:
2º ano A
     Parceiros: Academia Douradense de Letras;
                    Fabricantes da erva mate para tereré;
Empresas Locais: supermercados, lojas comerciais e comerciantes de maneira geral;
     Coordenação:   Enio Ribeiro de Oliveira;
                           Maria do Carmo