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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Roda de Carroça

  

Esta roda de carroça foi uma forma por mim encontrada para dizer que me orgulho de minha origem rural e também de contribuir com a política paisagistica  de nossa Cidade, de forma, muito especial, no bairro em que Moro.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O Ervateiro, vítima de violência


Esta foto (registro do fotógrafo Ulisses Romero) do ervateiro, monumento erguido no cruzamento da Avenida Marcelino Pires, esquina com a Presidente Vargas, um lindíssimo cartão postal, infelizmente destruído pelo prefeito Ari Artuzi.
Não bastasse a violência que os ervateiros sofreram (os homenageados com a construção do monumento) Ari Artuzi, como que endossando esta violência, destruiu de forma cruel esta estátua. Muitos dizem que os problemas que Artuzi vem enfrentando, dentre eles a sua prisão, é a maldição do ervateiro. Clique aqui e veja poema escrito pelo Advogado José Marques Luiz e veja também o artigo de minha autoria e do Paulinho (Hemocentro e meu irmão) lendo o outro comentário sobre este ervateiro clicando AQUI

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Carreta de Boi

Imagem 2

A carreta de Boi, colocada na Marcelino Pires cruzamento com a Melvin Jones, poderá ser retomada da Prefeitura Municipal de Dourados devido ao estado de abandono em que se encontra. Esta foi entregue a Prefeitura, no dia 7 de setembro de 2002 pela senhora Jahyr Martins Ferreira, hoje com 93 anos. A carreta tem mais de 60 anos, utilizada na chácara da família, a São João e Pena, no distrito de Picadinha.Veja mais detalhes no endereço eletrônico em destaque .CLIQUE AQUI!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O Ervateiro

Foto Diário MS

O monumento em homenagem ao ervateiro foi erguido, na administração do ex-prefeito Laerte Tetila, na forma de estátua, em 2004. No entanto, o mesmo foi arrancado do local, cruzamento das avenidas Marcelino Pires, com Presidente Vargas, em Dourados, por determinação do prefeito Ari Artuzi (PDT), o qual ficou muito tempo jogado num barracão da prefeitura, próximo ao Trevo da Bandeira.
A Justiça - graças a pressão do Comitê de Defesa Popular, artistas e algumas lideranças políticas - determinou que Artuzi erguesse novamente o monumento no Parque Arnulpho Fioravanti, bem em em frente a sede da Polícia Ambiental do Estado de Mato Grosso do Sul, no município. No entanto a mesma foi bastante descaracterizada em suas cores orginais. Clique aqui e saiba mais lendo o artigo escrito pelos irmãos Enio e Paulo César (Paulinho do Hemocentro).

sábado, 13 de novembro de 2010

Monumento ao colono


O monumento ao colono, obra entregue em 08 de dezembro de 1992, é uma homenagem aos colonos da Colônia Agrícola Nacional de Dourados (CAND).

No livro, Patrimônio Cultural de Mato Grosso do Sul – identidades e memórias -, organizado por Carlos Magno Mieres Amarilha, Luciano Serafim e Nicanor Coelho, pode ser encontrada as conclusões da pesquisa da então acadêmica Fernanda Chaves de Andrade, transcrita parcialmente de notícia publicada no Jornal O Progresso, durante o período de inauguração da obra o Monumento ao Colono: “ a representação escultural é feita através de braços e mãos em concreto, saindo do chão, como que retirando o que a terra produz e erguendo o desenvolvimento futuro representado, por suas, lâminas de concreto que tem a forma de triângulo no vértice”.

Nesse monumento está presente – relata Fernanda Chaves – a representação topográfica da Colônia e as vilas, distritos e cidades que resultaram dessa, bem como mapa caracterizando a dimensão geográfica da Colônia. Para atingir todos estes efeitos relacionados, o arquiteto responsável pela obra Luiz Carlos Ribeiro, previu a construção de um aterro gramado, com uma curvatura semelhante a do Planeta, sobre o qual foi construída uma laje de concreto e sobre esta o mapa da Colônia Federal, fincando para cada conglomerado urbano nela contida uma floreira, com flores da região, contendo o nome gravado destas cidades, vilas e sedes de distritos. Havia uma iluminação diferenciada no período noturno, destruída pelos vândalos.

Esta é uma obra de grande significado que não homenageia somente um herói,muito pelo contrário, os heróis coletivos e anônimos– os colonos -, é um resgate da história de Dourados e região.

Por isto mesmo deve ser mais valorizada, respeitada e ser tratada com mais carinho; ser intensamente estudada pelas escolas, universidades, entidades, etc. Visitas de estudos devem ser realizadas frequentemente a este monumento. Por outro lado, o poder público municipal, precisa adotar políticas públicas mais arrojadas, de valorização, preservação e de culto aos monumentos existentes no município de Dourados. Só assim poderemos construir a identidade de Dourados e região.

O descaso para com o Monumento ao Colono, não é diferente do descaso para com os próprios colonos ou famílias. Uma minoria da população sabe a história e o significado da Colônia para o desenvolvimento de Dourados, hoje, a segunda cidade do Estado.Clique aqui e saiba um pouco mais sobre este monumento..